A Estratégia Nacional para o Hidrogénio e a sua convergência para os objetivos do PNEC 2030

Porquê a questão do hidrogénio

Terminou no passado dia 06/07/2020 o período de consulta pública da proposta de Estratégia Nacional para o Hidrogénio, considerada pelo Governo como peça essencial para que, em 2050, o País seja neutro em emissões carbónicas e já em 2030 consiga atingir a meta de redução de emissões entre 45% e 55%, prevista no PNEC 2030 (Plano Nacional Energia e Clima 2030).

O desenvolvimento das políticas climáticas europeias veio revelar que a opção pelas soluções que privilegiavam a eletricidade não conseguia dar resposta a muitas das situações, sobretudo na indústria, quer em termos de competitividade, quer, até, de viabilidade tecnológica.

Surge assim a necessidade de se considerar a continuidade da existência de combustíveis, passando a questão para a produção e disponibilidade generalizadas de combustíveis com origem renovável.

Tal permitirá encarar a transição energética de um modo mais viável porque menos disruptivo, oferecendo caminhos alternativos que poderão ser mais adequados em muitos casos.

A política europeia para o hidrogénio

A União Europeia pretende a integração do sistema energético, considerando que não será possível que se alcance a neutralidade carbónica até 2050 num modelo energético compartimentado, tratando separadamente transportes, indústria, gás e consumos nos edifícios. (...)

Artigo completo na Indústria e Ambiente nº123, jul/ago 2020

Jaime Braga

Engenheiro

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