A infraestrutura com um custo de 25 milhões de euros foi apresentada como «um dos maiores projectos» desta região por José Silvano, presidente do conselho de administração da empresa Resíduos do Nordeste.
A empresa intermunicipal é a responsável pelo sistema de resíduos que reúne 13 municípios do Nordeste Transmontano e foi pioneira no país a encontrar uma solução comum para os lixos no aterro sanitário da Terra Quente Transmontano.
O aterro foi inaugurado em 1997 e tinha um prazo de vida de 20 anos, prestes a esgotar-se, mas que será prolongado por mais 25 anos com a nova unidade adjudicada, segundo José Silvano.
De acordo com o responsável, a unidade, que estará concluída no final de 2011, vai retirar do aterro perto de metade das 55 mil toneladas de lixo produzidas por ano na região.
Parte dos resíduos irão para reciclagem, outra para produção de biogás e o restante será reutilizado como fertilizante.
De acordo com as contas do autarca, o tratamento do lixo produzido mensalmente por cada pessoa nesta região tem um custo de 3,5 euros, mas a maior parte das autarquias cobra entre 1,5 e 2,5, suportando a diferença.
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