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A posição foi expressa à Lusa pelo Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território na sequência de um requerimento do Partido Ecologista Os Verdes e de alertas da organização ambientalista Quercus.
«À luz das caracterizações efectuadas à data e que determinaram o encerramento do aterro, em 2005, os resíduos não tinham carácter de perigosidade», afirma uma nota do ministério, esclarecendo que esta situação «foi corroborada em sede de relatório de conformidade ambiental do projecto de execução, em 2009, no contexto da construção do nó rodoviário, pelas entidades competentes».
Para o gabinete de Dulce Pássaro, «não há qualquer razão para duvidar da credibilidade das amostragens efectuadas e respectivos resultados, sem prejuízo do acompanhamento que a situação continuará a merecer por parte do Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território».
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte garantiu, entretanto, não ter autorizado, até à data, qualquer operação de movimentação das cinzas da Central Termoelétrica de Gondomar para um aterro de inertes licenciado.
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